quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Filmes magicos?

Vamos falar de magia, a todos que desejam aprender a arte da magia e se torna um mago ou um bruxo, deve ter conhecimento que um adpeto nao se torna bruxo apenas enfiando a cara em livros empoeirado, há aprendizado em todos os cantos e em todas as formas, vc pode aprender através de sonhos, insigths ou apenas por observar a natureza ao seu redor, porém uma forma mais divertida de se aprender é assistindo filmes, são ricos em detalhes e em ensinamentos, é um prato cheio mas claro tomando cuidado com os seguintes detalhes:
Muitos dos filmes fogem da realidade com seus efeitos e absurdos cinematográficos mais outros nao foge tanto assim um exemplo disso é o filme :

Da Magia à Sedução


Sinopse

Há mais de duzentos anos atrás, Maria Owens (Caprice Benedetti) foi condenada a morrer na forca por praticar bruxaria. Além disto, ela tinha se envolvido com vários homens casados da região e, como as mulheres de seus amantes eram do Comitê de Enforcamento, isto ajudou ainda mais a fazer com que Maria fosse condenada. Porém, graças ao seu dom, que todos temiam, ela conseguir escapar da execução, foi banida para uma ilha e, grávida, ficou esperando a chegada do seu amante, que não apareceu. Na sua dor e desespero, ela enfeitiçou a si mesma, desejando nunca mais amar alguém. Mas a amargura cresceu e o feitiço virou uma maldição, na qual todo homem que amasse uma Owens morreria e todas as suas descendentes herdaram seus poderes mágicos e sua maldição. Desta maneira morreu o pai de Sally e Gillian, com pouco depois a mãe delas morrendo também. Deste modo, as duas meninas foram morar com suas tias (Dianne Wiest e Stockard Channing), que também eram bruxas. Quando se tornam adultas, Sally (Sandra Bullock) se mostra bastante reservada, enquanto Gillian (Nicole Kidman) foge de casa para ter o primeiro de muitos namorados. Após algum tempo Sally se casa, tem duas filhas e passa a ser tolerada pela sociedade, mas isto não impede que seu marido morra atropelado. Até que chega o momento em que Sally parte para socorrer Gillian, que se envolveu com Jimmy Angelov (Goran Visnjic), um búlgaro agressivo, que as ameaça. Sentindo que correm perigo, as duas o envenenam, mas temendo as conseqüências de tal ato Gillian convence Sally que o melhor trazê-lo de volta vida, o que trará uma série de complicações junto polícia e com seus próprios poderes e suas consequências.

O filme em pontos foge da realidade em partes em que remete a necromancia e o voo delas sobre o teto...

Outro filme divertido e que foge de efeitos muito carregados só alguns que exageram mais o filme se assemelha muito com a vida real de uma bruxa é:

Jovens Bruxas

Sinopse 

Uma jovem (Robin Tunney) se muda de São Francisco para Los Angeles para começar uma nova vida. Lá conhece três alunas do colégio onde estuda que se dedicam ao ocultismo e à magia (tanto que têm a fama de bruxas entre seus colegas). Quando as quatro fazem amizade e começam a praticar magia juntas, desencadeiam um poder que foge do controle, gerando trágicas conseqüências.


E...
As Brumas de Avalon

Sinopse 

Morgana (Julianna Margulies) recorda que a maioria do que foi dito sobre o Rei Arthur (Edward Atherton) e aqueles que o cercavam é mentira, pois, como sacerdotisa de Avalon, onde nasceu a religião da Deusa-Mãe, viveu estes acontecimentos, que começaram quando acontece o maior levante já visto na Bretanha. Os saxões varriam o país matando igualmente cristãos e seguidores da deusa de Avalon. Se um grande líder não unisse cristãos e pagãos, a Bretanha estaria condenada ao barbarismo e Avalon ao desaparecimento. Gorlois (Clive Russell), o pai de Morgana, lutava incansavelmente contra as hordas de saxões. Nesta época Morgana era apenas uma criança, que vivia na Cornuália com Igrane (Caroline Goodall), sua mãe, que era ainda uma seguidora da antiga religião e praticava secretamente a antiga magia. Morgause (Joan Allen), a irmã de Igrane, também lá morava e apreciava o poder de Avalon. Um dia Viviane (Anjelica Huston), que também tia de Morgana e, principalmente, era a grã-sacerdotisa de Avalon, passou a visar apenas um objetivo: salvar Avalon dos saxões. Ela teve uma visão que o rei morreria em 6 meses, sem deixar herdeiros. Viviane comunica a Igrane que ela irá gerar este líder, mas não com Gorlois, seu marido, e sim com um homem que usa o símbolo do dragão e é um seguidor da deusa. A idéia desagrada Igrane, sendo que Morgause diz que não tem marido a quem trair e também tem o sangue de Avalon, assim quer fazer este homem se apaixonar por ela e gerar esta criança. Viviane se opõe, dizendo que ninguém pode viver o destino de outro, e fala para Morgause que ela tem um rei e filhos no seu futuro, mas não dá explicações. Viviane planeja salvar Avalon através da unção e treinamento de sua sobrinha, Morgana, como sua sucessora, manipulando a linhagem real para gerar Arthur, um rei que abraçará tanto as crenças pagãs quanto o cristianismo. Desta forma Avalon seria salva, pois a ilha é o centro pagão do poder e um mundo místico invisível para aqueles que não crêem. Porém, conforme o cristianismo avança pela Inglaterra e mais pessoas se afastam da Deusa, esse reino misterioso se torna difícil de alcançar até mesmo para os que têm fé, com a ambiciosa Morgause se empenhando em frustrar seus planos. Viviane tem um temperamento determinado e boas intenções, mas comete um erro que atingirá Morgana pessoalmente e afetará toda a Bretanha.

Esse são os filmes eu que mais curto e indico para todos que querem fugir um pouco dos livros e curtir um estudo a magia diferente.
Ps: No filme Jovens bruxas elas praticam um feitiço no qual possibilita as mesmas mudarem a cor dos olhos e cabelos ou detalhes físicos, este feitiço realmente existe e se chama Glamour "do francês - charme, enfeitiçar),.
Este é um feitiço celta, reza a lenda que existiam povos das cavernas muito feios que viviam longe da civilização escondido dos olhos dos curiosos, porém eles se utilizavam do feitiço do glamour para andar em meio a civilização para não serem identificados. Interessante não? Eu sou uma prova de que tal feitiço funciona já utilizei diversas vezes e é muito divertido para enganar os amigos ou paqueras em festa rs.
Então por hoje eu fico por aqui, espero que curtam esta matéria. Abraços e um bater de asas!

Feliz Imbolc 2012

Feliz Imbolc!

No dia 1º de agosto comemoramos uma data sagrada e muito importante para o Circulo de Estudos da Arte Solaruna (C.E.A.S.).
Nos reunimos em torno do circulo para celebrar esta data e para nos conectarmos a energia da lua e nossa grande Deusa e Deus. Fizemos uma breve meditação e logo em seguida uma viagem grupal no qual surtiu grandes efeitos até nos novos integrantes e convidados que participaram de todo ritual, em seguida fizemos a libação de costume regada a vinho e bolo e muitas gargalhas...
Felicidades e benção foram nos dado nesta noite sagrada!
Agradeço a grande Deusa tríplice em sua personificação jovem na qual com sua beleza e graça nos levou aos campos floridos e nos presenteou com sua beleza juvenil!
Salve a grande Deusa Bright Deusa do fogo!

Atenciosamente Lugh - Circulo de Estudos da Arte Solaruna (C.E.A.S)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Feliz Yule - 1 ano do Grupo Solaruna





 

Primeiro dia do inverno (Solstício do Inverno).
Em 2012, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 20/Jun às 20:08 (Horário de Brasília).

Também conhecido como Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. é o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus. (O aspecto do Deus invocado nesse Sabbat por certas tradições wiccanas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.) São também celebrados o amor, a união da família e as realizações do ano que passou.

Nesse Sabbat os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e bendizem o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.

Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como a decoração da árvore, o ato de pendurar o visco e o azevinho, queimar a acha de Natal, são belos costumes pagãos que datam da era pré-cristã. (O Natal, que acontece alguns dias após o Solstício de Inverno e que celebra o nascimento espiritual de Jesus Cristo, é realmente a versão cristianizada da antiga festa pagã da época do Natal.)

A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos. Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. Algumas tradições wiccanas usam a acha de pinheiro para simbolizar os deuses agonizantes Attis, Dionísio ou Woden. Antigamente as cinzas da acha de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram espargidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil.

Pendurar visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos. O visco era considerado extremamente mágico pelos druidas, que o chamavam de "árvore Dourada". Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo. Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho. O significado fálico do visco originou-se da idéia de que seus frutos brancos eram gotas do sêmen divino do Deus em contraste com os frutos vermelhos do azevinho, iguais ao sangue menstrual sagrado da Deusa. A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.

A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. Os presentes sagrados (que evoluíram para os atuais presentes de Natal) eram também pendurados na árvore como oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio.

Outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.

Colocar bolos nos galhos das macieiras mais velhas do pomar e derramar sidra como uma libação consistiam num antigo costume pagão da época do Natal praticado na Inglaterra e conhecido como "beber à saúde das árvores do pomar". Diz-se que a cidra era um substituto do sangue humano ou animal oferecido nos tempos primitivos como parte de um rito de fertilidade do Solstício do Inverno. Após oferecer um brinde à mais saudável das macieiras e agradecer a ela por produzir frutos, os fazendeiros ordenavam às árvores que continuassem a produzir abundantemente.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.

Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Samhain

Esta chegando mais um fim e um inicio, esta se aproximando o Samhain!
Momentos de reflexão e de vivencias nas quais iremos nos encontrar e nos perder para novamente nos reencontrar. 
Neste Samhain dê um reset em sua vida apague tudo aquilo que não quer mais para se jogue ao fogo o que não lhe serve, nesta data honre seus irmãos e sua família celebre os mortos.
(Lugh Dallas)


Samhain


 
Hemisfério Norte: 31 de Outubro
Hemisfério Sul: 1 de Maio
O Samhain (pronuncia-se "sou-en"), também chamado de Halloween, Hallowmas, Véspera de Todos os Sagrados, Véspera de Todos os Santos, Festival dos Mortos e Terceiro Festival da Colheita, é o mais importante dos oito Sabbats dos Bruxos. Como Halloween, é um dos mais conhecidos de todos os Sabbats fora da comunidade wiccana e o mais mal-interpretado e temido.

Samhain celebra o final do Verão, governado pela Deusa. (O nome Samhain significa "Final do Verão".)

Samhain é também o antigo Ano Novo celta / druida, o início da estação da cidra, um rito solene e o festival dos mortos. é o momento em que os espíritos dos seres amados e dos amigos já falecidos devem ser honrados. Houve uma época na história em que muitos acreditavam que era a noite em que os mortos retornavam para passear entre os vivos. A noite de Samhain é o momento ideal para fazer contato e receber mensagens do mundo dos espíritos.

A versão cristã do Samhain é o Dia de Todos os Santos (1o de novembro), que foi introduzido pelo Papa Bonifácio IV, no século VII, para substituir o festival pagão. O Dia dos Mortos (que cai a 2 de novembro) é outra adaptação cristã ao antigo Festival dos Mortos. é observado pela Igreja Católica Romana como um dia sagrado de preces pelas almas do purgatório.

Em várias regiões da Inglaterra acredita-se que os fantasmas de todas as pessoas destinadas a morrer naquele ano podem ser vistos andando entre as sepulturas à meia-noite de Samhain. Pensava-se que alguns fantasmas tinham natureza má e, para proteção, faziam-se lanternas de abóboras com faces horrendas e iluminadas, que eram carregadas como lanternas para afastar os espíritos malévolos. Na Escócia, as tradicionais lanternas Hallows eram esculpidas em nabos.

Um antigo costume de Samhain na Bélgica era o preparo de "Bolos para os Mortos" especiais (bolos ou bolinhos brancos e pequenos). Comia-se um bolo para cada espírito de acordo com a crença de que quanto mais bolos alguém comesse, mais os mortos o abençoariam.

Outro antigo costume de Samhain era acender um fogo no forno de casa, que deveria queimar continuamente até o primeiro dia da Primavera seguinte. Eram também acesas, ao pôr-do-sol, grandes fogueiras no cume dos morros em honra aos antigos deuses e deusas, e para guiar as almas dos mortos aos seus parentes.

Era no Samhain que os druidas marcavam o seu gado e acasalavam as ovelhas para a Primavera seguinte. O excesso da criação era sacrificado às deidades da fertilidade, e queimavam-se efígies de vime de pessoas e cavalos, como oferendas sacrificiais. Diz-se que acender uma vela de cor laranja à meia-noite no Samhain e deixá-la queimar até o nascer do sol traz boa sorte; entretanto, de acordo com uma lenda antiga, a má sorte cairá sobre todo aquele que fizer pão nesse dia ou viajar após o pôr-do-sol.

As artes divinatórias, como a observação de bola de cristal e o jogo de runas, na noite mágica de Samhain, são tradições wiccanas, assim como ficar diante de um espelho e fazer um pedido secreto.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Samhain são maçãs, tortas de abóbora, avelãs, Bolos para os Mortos, milho, sonhos e bolos de amoras silvestres, cerveja, sidra e chás de ervas.

Incensos: maçã, heliotropo, menta, noz-moscada e sálvia.
Cores das velas: preta, laranja.
Pedras preciosas sagradas: todas as pedras negras, especialmente azeviche, obsidiana e ônix.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolotas, giesta, maçãs beladona, dictamo, fetos, linho, fumária, urze, verbasco, folhas do carvalho, abóboras, sálvia e palha.

terça-feira, 20 de março de 2012

MABON




FALIZ MABON 
 
 
Primeiro dia do outono (Equinócio do Outono).
Em 2012, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 20/Mar às 02:14 (Horário de Brasília).

O Sabbat do Equinócio do Outono (também conhecido como Sabbat de Outono, Mabon e Alban Elfed), é o Segundo Festival da Colheita e a época de celebrar o término da colheita dos grãos que começou em Lammas. Também é a época de agradecer, meditar e fazer uma introspecção.

Nesse dia sagrado, os Bruxos dedicam-se novamente à Arte, sendo realizadas cerimônias de iniciação pela Alta Sacerdotiza e pelos Sacerdotes dos Covens. Muitas tradições wiccanas realizam um rito especial para a descida da deusa Perséfone ao Submundo, como parte da celebração do Equinócio do Outono. De acordo com o mito antigo, no dia do Equinócio de Outono, Hades (o deus grego do Submundo) encontrou-se com Perséfone, que colhia flores. Ficou tão encantado com sua beleza jovem que, instantaneamente, se apaixonou por ela, Agarrou-a, raptou-a e levou-a em sua carruagem para a escuridão do seu reino a fim de governar eternamente ao seu lado como sua imortal Rainha do Submundo. A deusa Deméter procurou, por todos os lugares, sua filha levada à força, e, não a encontrando, seu sofrimento foi tão intenso que as flores e as árvores murcharam e morreram. Os grandes deuses do Olimpo negociaram o retorno de Perséfone; porém, enquanto ela estava com Hades, foi enganada e comeu uma pequena semente de romã, tendo, então, que passar metade de cada ano com Hades no Submundo, por toda a eternidade.
 
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio do Outono são os produtos do milho e do trigo, pães, nozes, vegetais, maçãs, raízes (cenouras, cebolas, batatas, etc.), cidra e romãs (para abençoar a jornada de Perséfone ao tenebroso reino do Submundo).

Incensos: benjoim, mirra, sálvia, flor do maracujá e papoulas vermelhas.
Cores das velas: marrom, verde, laranja, amarela.
Pedras preciosas sagradas: cornalina, lapis-lazuli, safira, ágata amarela.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, áster, benjoim, fetos, madressilva, malmequer, plantas de sumo leitoso, mirra, folhas do carvalho, flor do maracujá, pinho, rosas, salva, selo-de-salomão e cardo. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

2 fevereiro dia de Tétis Titã dos mares


A deusa do mar, a mais jovem das Titânidas, filha de Urano, o Céu, e de Gaia, a Terra. Seu nome em grego significa ama, nutriz, por ser a deusa da água, matéria-prima que, segundo uma crença antiga, entrava na formação de todos os corpos. Segundo lendas, com auxílio do gigante Egeon, libertou Zeus, depois deste ter sido amarrado pelos outros deuses. Personificação da fecundidade do mar, casou-se com o seu irmão Oceano e foi mãe de três mil rios e de três mil ninfas, as chamadas Oceânidas. Dão-lhe ainda como filhos, não somente os rios e as fontes, mas também Proteu, Etra, mãe de Atlas, Persa, mãe de Circeu, etc. Foi avó da nereida Tetis, a filha de Nereu e mãe de Aquiles, e com quem não deve ser confundida. Costuma ser representada em um carro em forma de uma divina concha de uma brancura de marfim nacarado. Quando percorre o seu império, esse carro, é puxado por cavalos-marinhos brancos flutuando sobre a superfície das águas e é acompanhada pelos Tritões que tocam trombeta com as suas conchas recurvas, e pelas Oceânidas coroadas de flores. Sua cabeleira esvoaça pelas espáduas, ao capricho dos ventos e, ao seu redor dela, delfins saltitam no mar. Na astronomia Tétis é o nono dos satélites conhecidos de Saturno.

Lughnasadh ou Lammas - Festa da Colheita

Lughnasadh ou Lammas - Festa da Colheita
02 de Fevereiro - Hemisfério Sul
Lughnasadh era tipicamente uma festa agrícola, onde se agradecia pela primeira colheita do ano. Lugh é o Deus Sol.
Na Cultura Celta, ele é o maior dos guerreiros, que derrotou os Gigantes, que exigiam sacrifícios humanos do povo. A tradição pede que sejam feitos bonecos com espigas de milho ou ramos de trigo representando os Deuses, que nesse festival são chamados Senhor e Senhora do Milho.
Nessa data deve-se agradecer a tudo o que colhemos durante o ano, sejam coisas boas ou más, pois até mesmo os problemas são veículos para a nossa evolução.
O outro nome do Sabbat é Lammas, que significa "A Massa de Lugh". Isso se deve ao costume de se colher os primeiros grãos e fazer um pão que era dividido entre todos. Os celtas faziam um pão comunitário, que era consagrado junto com o vinho e repartido dentro do círculo.
O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do Caldeirão, para serem queimados juntamente com papéis, onde serão escritos os agradecimentos, e grãos de cereais. O boneco representando o Deus do milho também é queimado, para nos lembrar de que devemos nos livrar de tudo o que é antigo e desgastado para que possamos colher uma nova vida.
Este é o primeiro dos três Sabbats da colheita. O Deus já dominou o mundo das trevas, e agora passará por leves mudanças, seu poder declinando sutilmente com o passar dos dias. Por isso, o honramos, e agradecemos pela energia dispensada sobre as colheitas.




Feliz Lughnasadh!


No dia 2 de fevereiro celebra-se Lughnasadh (ou Lammas), a Festa do Pão, em honra ao Deus Lugh, Deus da Luz e do Fogo. Lughnasadh é um dos oito Sabates ou festivais solares na Roda do Ano Wiccan, baseada na alternância natural das estações. É o primeiro dos três festivais de colheitas do Outono, seguindo-se o Equinócio de Outono (Mabon) e a Festa dos Finados (Samhain).

Esta festividade pagã, que ocorre entre o Solstício de Verão (Litha) e o Equinócio de Outono (Mabon), marca o início da época da colheita, uma época de agradecimento por tudo o que colhemos. Não só o que sentimos como bom, mas também o que percepcionámos como mau. Pois tudo o que recebemos faz parte do nosso caminho evolutivo pessoal.



Nas searas da vida, saboreamos aquilo que amadureceu. Observamos o que colhemos, repensamos o que semeámos, medimo-nos entre o que somos e o que queremos ser. Somos nós a semente de nós próprios. É um tempo de reflexão e libertação, em que se fecham ciclos e se dissolvem padrões de existência. É tempo de abrir novos caminhos, numa festa de alegria e de despedida.

Curiosamente, Lughnasadh tem também um nome mais antigo - Brón Trogain - que se refere ao doloroso trabalho de parto. Pois nesta época do ano, a Terra dá à luz os seus primeiros frutos, para que os seus filhos possam viver.

Esta é assim uma festa de dor e de luz. 
E é verdade que a segunda não chega, sem se ter atravessado a primeira.

Feliz Lughnasadh!